| Mesa Diretora da Câmara |
Por Thadeu Filmagens
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| População lotou a Casa Inês Corediro |
Com o auditório lotado, A Câmara de
Vereadores da cidade de Teixeira, localizada no Sertão da Paraíba rejeitou
na Sessão que foi realizada na noite desta quinta-feira (09), por cinco votos a
quatro, projeto que pretendia reduzir os salários dos vereadores para a
Legislatura 2017 – 2020 dos atuais R$ 6.500,00 (Seis mil e quinhentos reais)
para R$ 5.000,00 (cinco mil reais), ficando assim a redução de R$ 1.500,00 (Hum
mil e quinhentos reais).
Caso a propositura, de autoria da Mesa Diretora que
compõem os Vereadores Valone Dias (Presidente), Assis Catanduba (Vice-presidente)
e Nilda Lira (Secretária), assinada ainda pelo Vereador João de Romualdo (todos
da situação), fosse aprovada, o subsídio dos parlamentares passaria, a partir
de 2017, em valores atuais a cerca de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) ao Invés dos
R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais) que percebem agora.
Votaram a favor do Projeto pela redução os vereadores Valone
Dias, Assis Catanduba, Nilda Lira e João de Romualdo (Foto acima).
Vereadores Assis Catanduba e Valone Dias justificam seu voto na Tribuna.
Vereadores Assis Catanduba e Valone Dias justificam seu voto na Tribuna.
Foram contrários os vereadores Ederivaldo Macário (Déra), Almir Julião, Elysson Queiróz, Galêgo de Lô (esses oposicionistas) e mais o Vereador da situação David Diniz, mais conhecido como Azedo, que foi a grande surpresa da votação, já que ele faz parte (ou fazia) da base aliada do Prefeito Nêgo de Guri e do Vice-prefeito Zé Mário. (Foto abaixo)
Todos os nove Vereadores que compõem a "Casa Inês Cordeiro de Araújo" tiveram o tempo de 15 minutos na
Tribuna para justificar antes mesmo da votação o porque do seu voto contra ou a
favor.
Os Vereadores, Galêgo de Lô, Almir Julião justificaram que o projeto seria
inconstitucional, porque criaria a ingerência.
O vereador Valone apresentou a todos os presentes à Casa Inês Cordeiro de Araújo um documento onde o Juiz dizia que a matéria era
Constitucional e não Inconstitucional como disseram alguns Vereadores em suas justificativas.



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